📊 Levantamento nacional com 2.069 respondentes aponta liderança consolidada e rejeição crítica no cenário presidencial de 2026
- Vasconcelos Reis Wakim

- há 2 dias
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Análise estatística detalhada revela como fatores sociodemográficos e rejeição eleitoral influenciam a dinâmica do segundo turno.

As eleições presidenciais de 2026 começam a ganhar forma, e os primeiros sinais do eleitorado revelam tendências importantes sobre preferências, rejeição e cenários de segundo turno.
Uma pesquisa recente analisou o comportamento eleitoral considerando variáveis como sexo, idade, renda, escolaridade e região, além da intenção de voto e rejeição aos principais candidatos.
Metodologia
Inicialmente, sob a perspectiva metodológica, cumpre esclarecer que a coleta de dados foi realizada exclusivamente por meio das redes sociais Instagram e Facebook, no período compreendido entre os dias 13 e 19 de fevereiro/2026. Considerando os dados mais recentes do censo brasileiro, que estimam a população do país em aproximadamente 213 milhões de habitantes, e adotando-se um nível de confiança de 95% e uma margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, a amostra da pesquisa foi composta por 2.069 respondentes
Resultados
Caracterização da Amostra

A análise do perfil dos respondentes revela uma predominância masculina na amostra, representando 63,5% dos participantes, enquanto as mulheres corresponderam a 36,3%. Esse resultado indica uma sobre representação masculina em relação à composição da população brasileira, onde as mulheres são maioria. Esse padrão é comum em pesquisas realizadas por meio das redes sociais e deve ser considerado na interpretação dos resultados, uma vez que homens e mulheres podem apresentar comportamentos eleitorais distintos.

A análise do perfil racial dos respondentes revela que 64,3% se autodeclararam brancos, enquanto 29,9% se identificaram como pardos e aproximadamente 5,5% como negros. Esse resultado indica uma sobre representação de eleitores brancos na amostra em relação à composição da população brasileira, onde predominam pardos e pretos. Esse padrão é recorrente em pesquisas realizadas por meio das redes sociais e deve ser considerado na interpretação dos resultados, uma vez que diferentes grupos raciais podem apresentar comportamentos políticos distintos.

A análise do nível de escolaridade dos respondentes revela que 47,2% possuem ensino superior completo, enquanto 40,2% possuem ensino médio. Apenas uma pequena parcela possui ensino fundamental, mestrado ou doutorado. Esses dados indicam que a amostra é composta majoritariamente por eleitores com maior nível de instrução formal, característica comum em pesquisas realizadas por meio das redes sociais. Esse fator é relevante, uma vez que o nível de escolaridade influencia diretamente o comportamento político e as preferências eleitorais dos indivíduos.

A análise da renda familiar mensal dos respondentes indica que 49,7% possuem renda entre 1 e 5 salários mínimos, enquanto 25,3% declararam renda entre 6 e 10 salários mínimos e 14,7% acima de 10 salários mínimos. Apenas 10,3% possuem renda de até 1 salário mínimo. Esses dados revelam uma predominância de eleitores pertencentes à classe média e média alta na amostra, característica comum em pesquisas realizadas por meio das redes sociais, uma vez que o acesso digital está frequentemente associado a níveis mais elevados de renda. Esse fator deve ser considerado na interpretação dos resultados, dado que a renda influencia diretamente o comportamento político e eleitoral.

A análise do local de residência dos respondentes revela que 92,8% residem em áreas urbanas, enquanto 7,2% vivem na zona rural. Esse resultado indica uma predominância significativa de eleitores urbanos na amostra, padrão esperado em pesquisas realizadas por meio das redes sociais, em razão do maior acesso à internet e maior presença digital nesses centros. Essa característica deve ser considerada na interpretação dos resultados, uma vez que eleitores urbanos e rurais podem apresentar comportamentos políticos distintos.

A análise do estado civil dos respondentes revela que 65,3% são casados, enquanto 18,9% são solteiros, 12,0% divorciados e uma pequena parcela é composta por viúvos. Esses dados indicam uma predominância de eleitores com vínculos conjugais estáveis na amostra. Essa característica é relevante, uma vez que o estado civil está frequentemente associado a fatores como idade, renda e estabilidade econômica, que, por sua vez, influenciam o comportamento político e eleitoral dos indivíduos.

A análise do perfil familiar dos respondentes revela que 83,0% possuem filhos, enquanto 17,0% não possuem. Esse resultado indica uma predominância significativa de eleitores com responsabilidades familiares na amostra. Essa característica é relevante, uma vez que a presença de filhos está frequentemente associada a maior interesse por temas como educação, segurança e economia, fatores que influenciam diretamente o comportamento político e as preferências eleitorais.

A distribuição regional dos respondentes revela que 42,0% residem na região Sudeste, seguida pelo Nordeste com 26,2%, Sul com 16,8%, Centro-Oeste com 9,4% e Norte com aproximadamente 5,6%. Esses dados indicam uma boa distribuição geográfica da amostra, com destaque para o Sudeste, região mais populosa do país. Essa diversidade regional é relevante, uma vez que o comportamento eleitoral pode variar significativamente entre as diferentes regiões brasileiras, refletindo suas particularidades econômicas, sociais e culturais.

A análise da situação ocupacional dos respondentes revela que 39,3% se enquadram na categoria “outros”, enquanto 23,5% são trabalhadores autônomos e 22,1% servidores públicos. Empresários representam 8,3% da amostra e aproximadamente 6,8% declararam estar desempregados. Esses dados indicam que a amostra é composta majoritariamente por indivíduos economicamente ativos, característica relevante, uma vez que a inserção no mercado de trabalho está diretamente associada à renda, estabilidade econômica e comportamento político dos eleitores.

A pesquisa de intenção de voto revela uma ampla liderança de Flávio Bolsonaro, que aparece com 78,3% das preferências dos entrevistados. Em segundo lugar, Luís Inácio Lula da Silva registra 9,5%, seguido por Romeu Zema e Tarcísio de Freitas, com percentuais significativamente menores. Os níveis de indecisão e votos brancos ou nulos são reduzidos, indicando um eleitorado com posicionamento político já consolidado. Caso esse cenário se confirmasse em uma eleição real, o resultado indicaria uma vitória em primeiro turno. No entanto, é importante considerar o perfil específico da amostra, composta majoritariamente por eleitores urbanos, com maior nível de escolaridade e renda, características que podem influenciar as preferências eleitorais observadas.

A análise da rejeição eleitoral revela que Luís Inácio Lula da Silva apresenta o maior índice, com 79,6% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de forma alguma. Por outro lado, Flávio Bolsonaro registra uma rejeição significativamente menor, de 18,4%. Os demais candidatos apresentam níveis residuais de rejeição. Esse indicador é relevante, pois a rejeição eleitoral é um dos principais fatores que influenciam o resultado final de uma eleição, uma vez que limita o potencial de crescimento de determinados candidatos.

No cenário de segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Luís Inácio Lula da Silva, os resultados indicam uma ampla vantagem de Flávio Bolsonaro, que aparece com 87,5% das intenções de voto, enquanto Lula registra 9,7%. Os votos brancos, nulos e indecisos representam uma pequena parcela. Esse resultado indica que, no universo pesquisado, a preferência eleitoral encontra-se fortemente consolidada, com baixa margem de incerteza.

A análise da rejeição eleitoral em um cenário hipotético de segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Luís Inácio Lula da Silva revela que Lula apresenta índice de rejeição de 84,4%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 14,7%. Os votos brancos, nulos e indecisos representam parcela residual. Esse resultado indica que Lula enfrenta elevada resistência eleitoral no universo pesquisado, fator que pode limitar seu potencial de crescimento em um eventual segundo turno, uma vez que a rejeição é um dos principais determinantes do desempenho eleitoral.
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